A Polícia de Palm Beach (Flórida, EUA) anunciou a detenção de uma mulher que, disfarçada de palhaço, matou à esposa de seu futuro marido em 1990.
Foi preciso que passassem quase 30 anos para que o caso fosse resolvido.
Sheila Keen Warren, de 54 anos, foi detida pelo Serviço de Delegados do condado de Washington, na Virginia, na última terça-feira dia 26 de setembro de 2017, depois que foi imputada pelas acusações do assassinato de Marlene Warren.
Segundo a investigação, a vítima, Marlene Warren, se encontrava em sua casa na cidade de Wellington junto de seu filho de 22 anos e alguns amigos na manhã de 26 de maio de 1990.
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Sheila Keen Warren (à esquerda) Marlene Warren (a vítima à direita) |
Ao terminar de tomar café da manhã, notaram que um veículo Crysler branco parou em frente à moradia e uma pessoa disfarçada de palhaço descer dele para se dirigir à porta com um ramo de flores e dois balões.
Marlene abriu a porta e enquanto estava recebendo os artigos, as testemunhas ouviram o som de um disparo de arma de fogo. Marlene caiu, enquanto o palhaço tranquilamente voltou ao seu veículo e foi embora. Marlene foi internada em um hospital e morreu dois dias mais tarde, ao não resistir ao ferimento provocado no rosto pelo disparo.
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Paramédicos são fotografados levando Marlene Warren para a ambulância |
Durante a investigação inicial, os detetives suspeitaram de Sheila Keen mas não a prenderam. Os especialistas inclusive suspeitaram que ela era amante de Michael Warren, mas a falta de provas e o nível de tecnologias forenses daquele tempo, fizeram que a investigação fosse abandonada.
Em 2014, o Xerife do condado de Palm Beach reabriu o caso, ouvindo testemunhas e realizando uma nova análise de DNA. Também descobriram que Sheila Keen havia se casado com o viúvo de Marlene, Michael Warren, em 2002. Ambos viviam no Tennessee e mantinham um restaurante.
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Marlene Warren, a primeira esposa do marido da suspeita, foi baleada no rosto quando ela respondeu a porta da frente de sua casa em Wellington, Flórida |
A investigação estabeleceu o provável vínculo entre Sheila e o assassinato de Marlene Warren. Em agosto de 2017, o grande júri emitiu acusações por assassinato em primeiro grau contra Sheila autorizando sua detenção.
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